Página inicialProjetos SociaisDe Cão-guia robótico a composteira residencial elétrica: as novidades do Red Bull Basement

De Cão-guia robótico a composteira residencial elétrica: as novidades do Red Bull Basement

Red Bull Basement. Foto Marcelo Paixão/Red Bull Content Pool

O Red Bull Basement divulgou nesta segunda-feira os projetos selecionados para a sua residência hacker. São cinco iniciativas que passam a atuar no espaço que fica no centro de São Paulo. Em comum, os projetos tem base tecnológica e alto impacto social. O Red Bull Basement impulsiona a produção, pesquisa e difusão de projetos que exploram formas colaborativas de experimentação por meio da tecnologia. Os novos selecionados serão residentes entre julho e setembro e terão acesso a um espaço maker com máquinas e ferramentas, além de mentoria com especialistas para o desenvolvimento de ideias. No fim do prazo, será realizado um festival de apresentação das evoluções de cada projeto. No Red Bull Basement trabalham profissionais e coletivos com diferentes perfis: programadores, hackers, desenvolvedores de software e makers. O programa nasceu em 2015 no Brasil e hoje está presente em 40 países.

Os selecionados:

  • Cão-guia robótico | Diego Renan (Catanduva – SP) – Desenvolvimento de um cão-guia robótico para auxiliar deficientes visuais na locomoção em ambientes urbanos. Um sistema de baixo custo e que seja possível guiar um deficiente com cegueira total, ou parcial, até seu ponto de destino. Tudo isso deve ser feito via comando de voz, para que seja possível detectar o lugar de destino e planejar uma rota via GPS. O objetivo na residência é melhorar o robô/design de produto.
  • Compost.ela | Julia Ries (Rio de Janeiro – RJ) – Composteira residencial elétrica para resíduo orgânico. É feita de material reciclado e com sistema elétrico que otimiza o processo de compostagem. O objetivo na residência é desenvolver a parte mecânica da composteira e mantê-la com baixo custo.
  • ComuRede | Filipe Rimes (Niterói – RJ) – Dispositivo que avisa sobre o abastecimento de água. Um serviço de IoT que pretende solucionar ou mitigar o problema do abastecimento hídrico irregular e escasso em comunidades, especialmente de periferia. São sensores de baixo custo, conectados por meio de uma rede mesh comunitária – ligada a internet ou não – que informa moradores por SMS quando está caindo água e registra um histórico da disponibilidade do abastecimento. O objetivo durante a residência é focar no desenvolvimento de disparo de anúncios do dispositivo.
  • Organic Life | Cleiton Emboava e Juliana Silva (São Paulo – SP) – Biodigestor que utiliza resíduos orgânicos para produzir biogás, adubo e fertilizante, com a possibilidade de transformá-los em energia elétrica. Na residência, o objetivo é automatizar o ambiente de proliferação das bactérias.
  • Plantrix | Vitor Barão (São Paulo – SP) – Estufa automatizada que usa software e hardware livres para reaproximar as pessoas das plantas. Com os dados obtidos por sensores, lidos por um Arduíno, um RaspberryPI toma decisões modulando a ativação de atuadores de temperatura, umidade, luz, pH, concentração de nutrientes e CO2, ventilação, etc. O objetivo na residência é melhorar o funcionamento da estufa e definir melhor o produto/público.

*Com informações da assessoria de imprensa. Foto Marcelo Paixão/Red Bull Content Pool.

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